:: Histórias do Futebol ::

A história nunca antes contada do Clube dos Doentes, formado para os amantes do futebol mais tosqueira do nosso Brasil Varonil
:: Bem-vindo para as Histórias do Futebol :: Nosso endereço | Curioso?? Entre em contato conosco!!! ::
Nossa História...
O Clube recomenda:
:: Jogos Perdidos blog
:: Federação Paulista de Futebol
:: RSSSF - Estatísticas genais sobre futebol
:: The Jenniffers' Official Blog
:: Escudinhos - Luiz F Bindi
:: Escudettos!

Comments: :: Segunda-feira, Fevereiro 28, 2005 ::

The Estevan Chronicles - Volume II

Era um domingo, se nao me engano...

Paulistão de 91... aquele em que inventaram esse negócio de A2 pra salvar o São Paulo da Segundona, embora o sãopaulino Jurandyr entre em desespero quando citamos esse fato

Durante muito tempo esperamos por aquele dia, eu e meu primo Foca, que alguns conhecem simplesmente por Santiago

O Juventus, uma máquina que conseguiria ascender ao grupo A1, enfrentaria o São Bento, se não me engano com uma campanha lastimável

O Foca veio em casa almoçar, e ficamos aguardando a hora sagrada, 15 horas... quando São Pedro, como que por maldade, resolve chorar da forma mais devastadora, e por um momento nosso programa passa a ser assistir Raul Gil e seus convidados carregadores de banquetas...

Foca, como sempre, amarela e cogita a hipótese de adiar aquele sonho... "E se lá não tiver lugar coberto?"

Besteira... Arquibancada descoberta é pra estadiozinhos como o Cícero Pompeu de Toledo. O Rodolfão possui populares cobertas.

Criamos coragem e lá fomos nós... Que maravilha o desenrolar da peleja debaixo daquele aguaceiro..

Que sensacional aquele grupo escondido na parte inferior das populares, com seu surdos e taróis desafinados...

E aquela figura mágica, mitológica, antológica que mais tarde eu descobriria se chamar Manjuillo, Sérgio Manjuillo, "olha aqui o Édson Natali, gente, uma salva de palmas pra ele"; "Esse aqui é o Siller, vice-presidente, fala aí com ele"

Mas naquele dia, eu ainda não sabia de nada... Só sabia que aquele time de grená havia me conquistad para semrpe, que aquele estádio era o melhor que eu já havia visitado, e que aquele time ainda me daria muitas alegrias verdadeiras...

A vitória por 1 a 0 foi o menos importante, diante de tudo que estaria por se desenhar na relação que desenvolvi com aquele time...

Como é bom saber que a Rua Javari, destino sonhado por tantos amantes do esporte bretão, é ali, pertinho...
:: Membro Oficial do Clube dos Doentes 12:30 PM [+] ::
...
Comments:
The Estevan Chronicles - volume I

Finalmente, um post meu! Afinal, agora que o clude está famoso, não me envergonho mais de ser, ou ter sido um Doente (afinal, se hoje estou mais distante dos estádios, vale lembrar que há coisa de dois anos o Fernando invejava minha lista, que tem como grande trunfo o South Melbourne, da Austrália)

Pra me apresentar, nada melhor do que falar da minha primeira vez... era uma mina bonitinha, da faculdade, eu fui a casa dela e...

Peraí, errei de primeira vez...

A história começa nos domingos de macarronada na casa de vovó, qdo tínhamos que esperar o vovõ chegar do jogo do Juventus, nas manhãs ensolaradas da Javari... Nunca tive a felicidade de ir a um estádio com meu saudoso vovô, mas numa daquelas manhãs recebi a alegre notiícia de que meu tio me levaria ao Pacaembú, pra assistir Corinthians x Juventus

Eu tinha apenas 9 anos e jamais imaginava que ali estariam nascendo minhas duas grandes paixões futebolísticas, não havia melhor maneira de começar.

Como sempre, a Juve deu trabalho, o Corinthians tinha Waldir Perez, Dida, Wladimir, Marcos Roberto (autor do primeiro gol), Eduardo Amorim (autor do segundo) e o Juventus com sua máquina de ilustres desconhecidos... O Jandir que se encarregue de trazer a escalação da máquina grená no Paulistão de 87, ano desse jogo..

Placar final, 2x1, o coração se confirmaria alvinegro, mas algo dizia que um grande espaço estava reservado pra conhecer as razões que levaram aqueles bravos torcedores de grená a pular e gritar na ânsia da sempre "impossível" vitória do Moleque diante de um grande...

Finalmente, esse espaço foi preenchido em 91, quando pela primeira vez pisei no templo sagrado do futebol, o Estádio Conde Rodolfo Crespi, mais conhecido como Javari, mas que também poderia ser Rodolfão, por que não?

Mas essa é outra história...

Estevan
:: Membro Oficial do Clube dos Doentes 12:26 PM [+] ::
...
Comments: :: Sábado, Fevereiro 26, 2005 ::
Aê povo,

Hoje inauguro mais uma série aqui no HISTÓRIAS DO FUTEBOL, algo que já vinha pensando nos últimos tempos, e que consegui hoje: Postarei aqui alguns ingressos de jogos fantásticos que fui. Ainda espero a colaboração do Jandir e do Mílton, pois a história deles é mais longa, mas vamos ver se eles se senbilizam com o que postarei aqui:

Vamos começar com alguns ingressos ainda da série de papel da FPF:


Ingresso do jogo Corinthians 0-0 São Paulo, valendo pela Taça do Agasalho, em 11 de junho de 1994.

Esse jogo foi genial, uma combinação de pessoas que não tinham nada a ver uma com a outra: Eu, o Pelinha (preso em algum presídio por aí e São-paulino) e o Carioca (fanático pelo Flu). Almoçamos na casa do Pelinha e depois fomos ao jogo. O melhor é que, por informação errada da PM no dia, entramos no portão da torcida do SP, e eu fiquei no meio dos amiguinhos da Independente. Foi um sofrimento só, mas o Corinthians ganhou a tal Taça do Agasalho nos penais. (Em tempo, esse jogo valeu pela estréia do Souza no Timão e foi o último jogo do Rivaldo com a camisa do Corinthians).


Ingresso do jogo Corinthians 2-1 Coritiba, amistoso para a estréia do Edmundo, em 25 de janeiro de 1996.

Genial, na preliminar da partida tivemos a final da Copa SP daquele ano, com o América-MG campeão diante do Cruzeiro. O jogo de fundo foi engraçado, tivemos a despedida do grande Luizinho da equipe alvinegra, foi muito legal. Depois entrou a anta do edmundo e não fez mais nada, só tomamos (eu e o Estevan) uma chuva fantástica. (Vale o registro: No ingresso está o lema 'Eu assisti a estréia do Edmundo'. Todos no estádio gannharam também uma bandeirinha e um pôster com a foto dele e com autógrafo também, mais ridículo impossível.)


Ingresso do jogo Corinthians 3-0 Guarani, válido pelo Paulista de 1996, em 15 de fevereiro de 1996.

Esse jogo ficou marcado pelo gol de número 69 do Marcelinho. Como éramos inocentes na época, ainda torcíamos (eu, o Estevan, o Foca e o Rafael, ingênuos), e na hora que o Marcelinho fez o gol 69, logo na saída de jogo, a bola (num chute qualquer) veio parar na arquibancada, com um mini-belga. Como pessoas desesperadas, corremos até ele, e tiramos uma foto exclusiva com a bola do gol 69, que publico em melhor oportunidade. (Vale a lembrança pelo maior tombo que já vi alguém levar na vida: O rafel, num momento de insanidade gritando 'Túlio, Túlio' tomou um capote que até hoje tem a marca no chão perto do Canindé).


Ingresso do jogo Corinthians 2-0 Espoli (Equador), válido pela Libertadores de 1996, em 8 de maio de 1996.

Esse valeu pelo ineditismo e pelo trunfo, que até hoje eu e o Estevan temos na famosa 'lista'. O jogo em si foi uma bosta, mas hoje em dia nem ligo mais, pelo contrário, não será tão cedo que o povo terá outra chance de ver esse time. Um clássico da lista. (Prestem atenção na Taça Libertadores da Amércia que está no ingresso, tosqueira total)

É isso, por hora são esses quatro, depois publico outros especiais...

Abraços a todos
Fernando
:: Membro Oficial do Clube dos Doentes 2:07 AM [+] ::
...
Comments: :: Sexta-feira, Fevereiro 25, 2005 ::
Aê povo,

Todos sabem que esse blog é 'irmão' do JOGOS PERDIDOS, então vale o registro:

Hoje saiu a Placar do mês de março, com uma matéria genial sobre o Clube dos Doentes, inclusive com espaço para a famosa história do jogo palestra e Monte Negro, do corcundinha (que ainda contarei melhor aqui).

Valeu a lembrança, e espero que todos possam ler, comprar ou até mesmo roubar a revista de alguém, só não podem ficar sem ler.

Falô
:: Membro Oficial do Clube dos Doentes 2:23 PM [+] ::
...
Comments: :: Segunda-feira, Fevereiro 21, 2005 ::
Contos do Futebol - capítulo 4

Ufa, depois de 2 meses sem um capítulo novo da histórica saga do Clube dos Doentes em busca de Jogos Perdidos, publico aqui hoje mais uma historinha para vocês.

No ano de 2001, não havia nenhum time paulista jogando a Série C do Brasileiro na cidade e nem na Grande São Paulo. Então tivemos que arcar com as famosas viagens do Clube, para times novos na lista. Duas dessas viagens mais especificamente ficaram na memória: Itu e Mogi-Mirim.

A primeira aconteceu em 21 de outubro. De manhã, eu e o Jurandyr estivemos na Comendador Souza, assistindo a partida entre Nacional 0-1 União Barbarense (que eu nem lembrava mais que tinha ido, e nem constava na minha listinha de jogos!). Lá também estava um rapaz chamado Sérgio, natural de Nova Friburgo e amante do futebol também.

Eu e o Jurandyr tínhamos o esquema de ir para Itu de busão, gastando os tubos, só para matar a equipe da Friburguense. Como o Jandir é xavequeiro mesmo, ele começou a atiçar o grande Sérgio, com palavras tipo: 'Vamos ver o time da sua cidade', 'Vamos encontrar seus amigos de Friburgo', um xaveco furadaço! Mas o melhor de tudo é que funcionou, e o Sérgio resolveu ir lá, e além da carona for free, não precisamos nem bancar o pedágio.

Cedinho chegamos em pleno Novelli Junior, o Majestoso da Vila Nova, para assistir a contenda entre Ituano e Friburguense. Regados a muita pipoca, salgadinho e raspadinhas de groselha azul, acompanhamos a partida debaixo de um calor insuportável, suando em bica. Final de jogo, 1 a 1.

Foto: Fernando Martinez

Mas o melhor ainda estava por vir, depois do jogo, ainda ficamos no vestiário do Friburguense, conversando com os jogadores (entre eles o goleiro Adriano, que já tinha jogado pelo Flamengo) e a comissão técnica, comandada pelo Mimi, grande amigo do Sérgio e gente finíssima! Eles fizeram questão que os acompanhassem até o hotel aonde o time estava hospedado, e nos presenteou com camisas exclusivas da equipe da Friburguense. Genial, é umas das preferidas da coleção.

Perfeito, de graça, matando time e estádio, melhor impossível.

A segunda aventura foi logo depois, em 11 de novembro. Na falta de grana e de alguém para o Jurandyr xavecar, essa foi de busão mesmo, na base da excursão. Tudo para assistir o jogo entre Mogi-Mirim e Tubarão de Santa Catarina.

Também o dia começou no Nacional, num Nacional 2-0 São Bento. Depois do jogo corremos desesperados até o Terminal do Tietê para pegar o busão que iria para Mogi. Eu, o Jurandyr, o Mílton, o Estevan e o David estavam nessa, e foi fantástico. Busão lotado e nós, os únicos acordados no ônibus, falando alto e contando as fantásticas aventuras do Clube, o Jurandyr falando sobre o 'quadrangular do ão', e o David e o Mílton mostrando seus conhecimentos sobre o Naça.

Depois de algumas paradas, e quando estávamos para chegar em Mogi, eu olho para o céu e, conhecendo bem o clima do interior previ que iria chover, nessa, o Jurandyr solta uma de suas pérolas mais famosas, praticamente um Nostradamus: 'Na cidade em que eu vou, não chove!!!'.

Não preciso nem dizer o que aconteceu quando descemos do busão na rodoviária de Mogi né? O maior dilúvio que já vi na minha vida, um aguaceiro só, que inundou a rodoviária, e nos deixou ilhados. Sem sabermos o que fazer, e já chegando a hora do jogo, apareceu na nossa frente o que eu acredito que tenha sido um milagre... de verdade.

Um tiozinho desce de um Uno, do nada, e com a rodoviária CHEIA de gente, para do nosso lado e pergunta: 'Vocês vão no jogo?'. Bom, não sei como ele adivinhou isso, mas ele sabia de algo. na hora soltamos que iríamos sim na partida, mas que estávamos esperando a chuva passar, então ele solta: 'Então entrem no carro, eu dou uma carona para vocês!'. Bom, ficamos assustados, mas como era mais do que providencial a caroninha, aceitamos sem pestanejar muito.

Mais do que apertados, e passando direto em todas as lombadas, atravessamos verdadeiros rios, para chegar no estádio. Depois de algum sofrimento chegamos lá, e aí descobrimos que o tiozinho NÃO IA NO JOGO! E ele só apareceu mesmo na rodoviária para nos dar uma carona (!?!?!). Até hoje acredito que tenha sido alguma força extra que fez aquele cidadão aparecer por lá, ainda mais que ele nem ia no jogo...

Bom, o jogo em si foi genial, 4 a 0 para o Mogi. Valendo até uma conversa minha e do Estevan com o ex-goleiro e gentleman Carlos. A foto abaixo é uma das preferidas da minha coleção e mostra um dos gols do Mogi, marcado de pênalti:


Foto: Fernando Martinez

A volta foi um capítulo à parte. Voltamos a pé para a Rodoviária, e no ônibus, já meio de noite, todos também queriam dormir, menos nós, e depois de tanta asneira que foi dita, risadas alto, e alguma confusão, quase todo o ônibus desceu na parada de Campinas (inclusive um grupinho de umas 10 pessoas que viria para SP, mas resolveram esperar o próximo), e voltamos quase sozinhos para SP.

É isso, essas histórias estão entre as preferidas da casa, primeiro pelo ineditismo das partidas, segundo por tudo o que rolou em volta. Fantástico!

Um abraço, e logo mais tem mais.

Fernando
:: Membro Oficial do Clube dos Doentes 8:17 PM [+] ::
...
Comments: :: Terça-feira, Fevereiro 08, 2005 ::
Opa,

Histórias pelo Brasil - vol.1

Agora, finalmente, consegui um scanner para digitalizar algumas imagens inéditas de histórias e contos do futebol propícios aqui para o HISTÓRIAS.

Em 2003, fiz uma turnê ao Rio Grande do Sul. Lá, me deparei com partidas fantásticas para se assistir. Só foram duas, devido a problemas de estratégia e agenda, mas duas belas partidas, registros dignos de relato aqui no blog.

O primeiro jogo foi uma epopéia: Precisamente em 19 de abril de 2003, parti de Porto Alegre num ônibus cata-louco, rumo a cidade de Santa Cruz do Sul, para assistir dois times fantásticos, num campo mais fantástico ainda. Avenida e Guarany Bagé no estádio dos Eucaliptos!!

O jogo em si foi o que menos importou (em tempo, foi 0 a 0), mas o lugar é incrível. A sensação de estar num lugar tão longe só para ver um jogo de futebol da Terceira Divisão do Campeonato Gaúcho é a melhor possível. Passei um puta frio, mas valeu, valeu mesmo a pena. Segue anexo a foto da entrada do estádio, e depois uma do jogo:

Foto: Fernando Martinez

Foto: Fernando Martinez

No dia seguinte, 20 de abril, a tarefa foi mais fácil, bom... seria. Ninguém em Porto Alegre sabia aonde ficava o campo do São José de lá, o que é um absurdo, nem taxista imaginava aonde era! Depois de muita luta e alguns quilômetros a pé, fui assistir São José-PA 3-0 Veranópolis.

Fantástico, muito bom. O Passo D'Areia é um dos lugares mais legais que já fui, e o São José é um dos times preferidos da casa. Segue a foto de um detalhe da arquibancada:

Foto: Fernando Martinez

Beleza então? Depois eu posto a tour que fiz pelo sul ano passado...

Abraços
Fernando
:: Membro Oficial do Clube dos Doentes 4:28 AM [+] ::
...
Comments: :: Quinta-feira, Fevereiro 03, 2005 ::
Fala povo,

Depois de muito tempo sumido daqui do HISTÓRIAS, apareço para postar duas imagens históricas, as duas homenageando um certo clube da Barra Funda:



Todos sabem do tesouro que foi encontrado nas profundezas do Jabaquara Atlético Clube. Várias edições antigas da Manchete Esportiva, Gazeta Esportiva Ilustrada, Placar dos anos 70,etc, etc, etc... Um tempo que ainda existia uma imprensa esportiva decente nesse país.

Aos poucos estamos verificando o que há nessas revistas, e nas poucas que vi, achamos imagens históricas:

Fonte: Gazeta Esportiva Ilustrada

Essa é a entrada pela Rua Comendador Souza do glorioso NACIONAL ATLÉTICO CLUBE, aqui da capital. As letras de pedra ainda estão lá, mas a parte esquerda da foto já não existe mais desde os anos 70, e a esquerda acho que o mesmo tempo.

A foto é datada de 1957, quando o Nacional era chamado de um dos 'melhores campos para a prática do futebol na cidade de São Paulo, quiçá do Brasil'. ´Pena que ninguém conheça direito a história do Naça, e nem saiba que o time seja da capital. Ah, aproveitando a deixa, aí vai uma foto atual em que eu e o Mílton estamos:



Agora tem a segunda fotinho das antigas:

Fonte: Gazeta Esportiva Ilustrada

Essa é uma foto da parte da arquibancada coberta do Naça. Não dá para ver muito bem, mas no canto direito inferior da foto, está a passagem pela qual os times entravam no gramado, diferente de hoje em dia, em que eles entram pela linha de fundo. A parte coberta em si não teve muita mudança, só com a construção das 'tribunas' do lado direito. (E ainda notem a cerca que circunda a arquibancada, genial!)

Dá para ver a entrada direitinho no filme 'Pelé Eterno', num Nacional e Santos em 58 (ou 59). Inclusive passa o letreiro de pedra que ainda está lá.

É isso, isso é só o começo, ainda teremos muitas coisas boas para mostrar por aqui

Abraços a todos

Fernando
:: Membro Oficial do Clube dos Doentes 8:04 PM [+] ::
...

This page is powered by Blogger. Isn't yours?