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:: Sexta-feira, Abril 08, 2005 ::
Aê povo!
Desde o dia 1° de abril, resolvemos, por simples questões editoriais, descontinuar o HISTÓRIAS DO FUTEBOL, e concentrar todas as histórias novas do Clube dos Doentes com o arquivo do Anisio Museum, lá no JOGOS PERDIDOS
Estamos então só no endereço http://jogosperdidos.zip.net
Aguardamos todos lá!
Abraços
Fernando
:: 2:12 PM [+] ::
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:: Sexta-feira, Março 25, 2005 ::
Memorabilia from Anisio Museum - parte III
The Milton tickets - volume 1
Opa,
Já estava devendo a terceira parte do grande arquivo do Jogos Perdidos, direto do Anisio Museum. Só estava aguardando um dos membros mais influentes do Clube me fornecer sua vasta coleção de ingressos fantásticos.
O membro em questão é o Mílton, um dos mais antigos do Clube, e amante do futebol já pelos idos dos anos 60. Ele já viu mais de 3000 jogos na sua vida, e sua coleçãozinha de ingressos tem por volta de 700 itens. Todos já scaneados por mim, e os mais legais estarão aqui no HISTÓRIAS DO FUTEBOL.
Hoje eu publico aqui, só para esquentar, uma série de 5 ingressos dos anos 70. Nessa época, a FPF estampava escudos de equipes, fotos de estádios, lances de partidas e fotos de times posados (uma paixão especial da turma). Então, numa homenagem ao Clube, e inaugurando a série de ingressos do Mílton, ingressos com fotos de timesposados.
Ingresso da partida São Paulo 2-0 Botafogo-RP, acontecido dia 17 de setembro de 1977, válido pelo Campeonato Paulista. No fundo, a equipe da Portuguesa.
Ingresso da partida São Paulo 1-0 Guarani, acontecido dia 22 de setembro de 1977, válido pelo Campeonato Paulista. No fundo, a equipe do Corinthians.
Ingresso da partida São Paulo 1-0 Santa Cruz-PE, acontecido dia 11 de novembro de 1977, válido pelo Campeonato Brasileiro. No fundo, a equipe do Palmeiras.
Ingresso da partida São Paulo 2-0 Sport, acontecido dia 23 de novembro de 1977, válido pelo Campeonato Brasileiro. No fundo, a equipe da Ponte Preta.
Ingresso da partida São Paulo 1-0 América-SP, acontecido dia 05 de outubro de 1978, válido pelo Campeonato Paulista. No fundo, uma equipe que não consegui distinguir. Se alguém souber mande cartas para a nossa redação!
Muito legal, hoje em dia só temos aqueles ingressos horríveis, sem desenho nenhum... as coisas só pioram mesmo. Bom, espero que gostem. A coleção tem mais ingressos geniais, e aos poucos vou divulgando. Só falta o Jurandyr se animar mais para isso também, e passar seus ingressos para que eu possa scanear...
Em várias séries temáticas ou não, o Anisio Museum sempre estará por aqui!
Abraços
Fernando
:: 8:03 PM [+] ::
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:: Domingo, Março 20, 2005 ::
Opa,
A poucos dias do início da tão esperada Segunda Divisão do paulista 2005, faço uma homenagem a uma das grandes equipes do Estado, e que o Emerson conhece bem: JABAQUARA ATLÉTICO CLUBE.
Posto aqui hoje algumas imagens do jogo de inauguração do campeonato da Série B-2 do ano de 2004. Jogo que aconteceu no estádio Capelão, entre o Barcelona Esportivo Capela Ltda. e o grande Jabuca;
Ingresso do jogo entre Barcelona e Jabaquara, acontecido no dia 17 de abril de 2004, no estádio Capelão em São Paulo. Valendo pela série B-2 do Paulistão.
O jogo em si foi interessantíssimo, afinal, por mais de 20 anos não tínhamos algum time da cidade de São Paulo estreando em Campeonatos Paulistas (tirando os times B). E estréia contra o Jabaquara então... a presença do Clube era mais do que obrigatória! Compareceram a maravilhosa partida: Eu, Estevan, Jandir e o Mílton. O Emerson também foi, mas na época ele ainda não fazia parte do time de Doentes, ele acabou entrando no grupo mês seguinte.
Primeira foto oficial na história do Barcelona Capela. 17 de abril de 2004. Foto: Fernando Martinez
Foi o maior público registrado no estádio Capelão. Tudo bem que os portões estavam abertos, e acredito que nós 4 do Clube fomos os únicos a pagar ingresso nesse jogo, mas vale o borderô oficial: Mais de 1700 pagantes! Um calor insuportável, lugares péssimos, mas valeu... valeu muito a pena. Principalmente porque eu e o Estevan entramos em campo, para registrar in loco, os momentos históricos do jogo. E temos fotos exclusivas, como a foto do Barça e a do Jabaquara, que está logo abaixo:
Jabaquara Atlético Clube - 17 de abril de 2004.
Depois disso fomos em vários jogos nesse estádio, em vários jogos do Barça e do Jabuca fora dali também, mas aquele dia foi especial. Por causa do barcelona, mas muito mais por causa do Jabaquara!
Por hora é só
Abraços
Fernando
:: 2:21 AM [+] ::
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:: Quinta-feira, Março 17, 2005 ::
Fala pessoas!
Hoje passei aqui para registrar um fato extraordinário, que merece espaço aqui no HISTÓRIAS DO FUTEBOL!
Ontem, a partida entre Nacional do Uruguai e Olmedo do Equador foi realizada num estádio dos mais históricos do mundo. O Parque Central, em Montevidéu. Ele nunca tinha abrigado nenhuma partida da Copa Libertadores, e foi reaberto há pouquíssimo tempo.
Ele foi palco de vários jogos da Copa de 1930. E nunca mais tínhamos tido notícia alguma dele aqui no Brasil. Genial, acho fantástico esse tipo de memória e preservação da história. Agora faço questão de publicar os jogos que aconteceram lá no primeiro mundial da história:
13/07/1930 - Estados Unidos 3-0 Bélgica
14/07/1930 - Iugoslávia 2-1 Brasil
16/07/1930 - Chile 3-0 México
17/07/1930 - Argentina 1-0 França
17/07/1930 - Iugoslávia 4-0 Bolívia
17/07/1930 - Estados Unidos 3-0 Paraguai
Já imaginou uma rodada tripla no dia 17 de julho de 30??? 6 seleções, e 3 partidas geniais de Copa do Mundo... algum Doente estava por lá com certeza... hehe
Abraços
Fernando
:: 8:32 PM [+] ::
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:: Quarta-feira, Março 16, 2005 ::
Aê povo!
Passei aqui rapidinho para dizer que já está agendado um novo post com artigos exclusivos do Anisio Museum. Ingressos dos anos 70 e 80, de jogos que são simplesmente fantásticos! Essa semana já tem coisa boa!
E mais um esclarecimento: Quem é o tal do Anisio???
Bom, ele foi o precursor do Clube dos Doentes, figura carimbada nos estádios da grande São Paulo nos anos 50, 60, 70 e 80, é o patrono do nosso grupinho... A melhor história dele, contada pelo Orlando, aconteceu num jogo entre o Aclimação de Santo André e o Jacareí. O Aclimação só jogou esse ano, e ainda por cima foi eliminado do campeonato.
Nessa partida, por algum motivo que não me recordo, o bandeirinha não foi, e não teria jogo se não tivesse tal figura. Qual foi a solução? Chamar alguém das arquibancadas para bandeirar a partida. Então nosso grande patrono foi chamado e bandeirou os primeiros 45 minutos do jogo: Sapato, calça social e camisa, no meio de um jogo genial!
Pena que ele sumiu com o tempo, mas fica a homenagem ao grande figura que tornou tudo isso possível!
Abraços
Fernando
:: 2:50 PM [+] ::
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:: Quinta-feira, Março 10, 2005 ::
Opa,
Contos do Futebol - capítulo 5
Lance do segundo tempo. Ataque do New England Revolution e arquibancadas de fundo. Foto: Fernando Martinez
Depois que a leve menção da grande história do jogo Guarani e New England Revolution saiu na Placar, recebi alguns e-mails pedindo esclarecimentos sobre o que aconteceu naquele dia. Bom, Em mais um capítulo dos Contos do Futebol, publico as memórias daquele 14 de fevereiro de 2002.
Naquela época trabalhava num horário sossegado de serviço, Das 8 da manhã até às 13 horas, e fazia uma horinha extra 'voluntária' e saía as duas da tarde. Ainda era ingênuo a ponto de comprar quase todo dia o jornal 'Lance!', ainda não tinha o discernimento que eles são muito, mas muito meia boca.
Fui ler o jornal com calma mais ou menos meio dia e meia, quando me deparei com a notícia que teria, às 15 horas, em Campinas, mais precisamente no Brinco de Ouro da Princesa, o amistoso entre a equipe bugrina e o New England Revolution, dos EUA. A primeira reação (sempre é assim) foi de duvidar daquilo, mas fiz questão de ligar no Brinco e confirmar a peleja...
Até aí já tive que jogar um H no trampo, para poder não fazer a tal hora extra 'voluntária', até que não embaçaram na minha. Então, era só ir para o Tietê e pegar um busão até Campinas certo? É, faltou eu mencionar o detalhe que naquele dia era aniversário de namoro, e que geralmente as namoradas não aceitam outra coisa num dia desses, só jantar ou alguma balada por aí, nada de amistoso internacional em Campinas no meio da tarde.
Mas como era a única chance da minha vida de ver jogo de tal time, dei um jeitinho e nem comentei nada com a já mencionada namorada. O problema é que nesse caso eu correria contra o tempo, pois tínhamos marcado nos encontrarmos no Metrô República, as 6 e meia da tarde. (Para quem não é de SP e não manja de metrô: Leva mais ou menos, com o metrô funcionando perfeitamente uns 20 minutos o caminho entre o metrô Tietê e o República).
Saí correndo do serviço, indo direto até o Terminal Tietê, para pegar o Cometão das 13 horas até Campinas. Cheguei lá por volta das 2 e meia, por causa do trânsito, e ainda por cima dei sorte (indo correndo, é logico) de pegar o ônibus para o Brinco logo de cara. Chegando nos portões monumentais do estádio, verifiquei que não seria cobrado ingresso, e sim 1 quilo de alimento. Ainda tive que correr até uma venda próxima para comprar algo.
Já dentro do estádio pude me acalmar: Era a primeira vez que ia lá, adorei mesmo o lugar (a segunda vez que fui lá, foi semana passada, no Guarani e CRAC pela Copa do Brasil, confira a história lá no JOGOS PERDIDOS ). Por sorte tinha levado a minha máquina (analógica) aquele dia no serviço (parecia que já sabia de algo...hehe). O jogo era a despedida do futebol do grande Careca com a camisa bugrina. O Guarani jogou de verde no primeiro tempo, e de branco no segundo, e o New England fez o favor de perder um pênalti no segundo tempo ainda. Em tempo, o jogo foi 3 a 1 para o Guarani, numa bela partida, e mais bela ainda por ter visto o New England, um trunfo que acho que os outros membros do Clube não irão tirar tão cedo.
Lance do pênalti perdido pelo New England no segundo tempo. Foto: Fernando Martinez
Mas ainda faltava a volta, o jogo acabou às 5 e meia, e tinha 1 hora e meia para estar no Metrô República. Fui de táxi, num desespero só para a Rodoviária de Campinas (com o tiozinho me cobrando só 5 reais pela corrida, por consideração), peguei o Cometão, mas não lembro do horário. Só sei que ele veio num gás só pela Bandeirantes (acho que nunca um ônibus correu tanto na história mundial). Chegando certinho às 6 e 10 no Tietê, correndo para pegar o metrô e consegui o MILAGRE de estar EXATAMENTE às 6 e meia, na catraca do Metrô República... chegando no mesmo horário dela.
Perfeito... foi um daqueles dias em que tudo dá certo, e que quando colocamos a cabeça no travesseiro no final do dia, pensamos: 'Que dia fantástico!'
Abraços a todos, espero que tenham curtido.
Fernando
:: 2:26 PM [+] ::
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:: Terça-feira, Março 08, 2005 ::
Fala povo,
Ontem, lendo a Folha de São Paulo, me deparei com uma notinha triste na seção de obituários (antes que qualquer um ache que eu leio essa coluna, eu só vi porque ela ocupava meia página do jornal...). Li que um senhor chamado Sebastião Ferreira Maia faleceu em São Paulo no último sábado.
Mas o que isso tem a ver com o HISTÓRIAS DO FUTEBOL?? Bom, se ele não for um homônimo, o nome dele era o mesmo de um dos grandes times que a cidade de Araçatuba já teve, o ESPORTE CLUBE TIÃO MAIA.
Essa equipe jogou somente um ano, justamente a segunda divisão de 1972, mas deixou saudade. Segue o escudinho desse time, que já está extinto faz um tempinho:
Se foi o mesmo Tião Maia do time que morreu, deixamos uma homenagem a ele, se foi um homônimo, fica a homenagem mesmo assim.
Abraços
Fernando
:: 8:13 PM [+] ::
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:: Segunda-feira, Março 07, 2005 ::
Memorabilia from Anisio Museum - parte II especial
Fala povo,
Hoje temos uma participação especial aqui no HISTÓRIAS DO FUTEBOL. O amigo Marcelo, da cidade de Araras, terra dos gloriosos União São João, Usina São João e Atlético Ararense, e do ótimo blog Templos do Futebol e do site Futebol Ararense, nos envia uma contribuição da série dos ingressos:
Ingresso do jogo União São João 1-0 Palmeiras, em 12 de julho de 1991.
Esse jogo valeu pela inauguração dos refletores do estádio Hermínio Ometto, em Araras. Genial, e ainda aguardaremos mais ingressos enviados pelo Marcelo, valeu!
E essa semana tem ingressos (eu espero) dos membros mais antigos do Clube, stay tune!
Abraços
Fernando
:: 2:06 PM [+] ::
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:: Quarta-feira, Março 02, 2005 ::
Memorabilia from Anisio Museum - parte II
Fala povo,
Hoje daremos continuidade com a grande série, oriunda do Museu dos Doentes (o Anisio Museum), e publicarei mais 4 ingressinhos antigos, ainda da série em que ia assistir só jogos do Corinthians, e não tinha aprendido ainda a ver realmente o futebol dos JOGOS PERDIDOS. mas vamos lá:
Essa é uma série especial - Corinthians na Copa SP de Juniores, todos jogos foram interessantíssimos, confira:
Ingresso do jogo Corinthians 3-3 São Paulo, válido pelas semifinais da Copa SP de Juniores, em 22 de janeiro de 1995.
Um dos melhores jogos da minha vida. O Corinthians fez 1 a 0, o SP empatou, logo depois o Corinthians fez 2 a 1, O SP virou em cima do Timão fazendo 3 a 2, e faltando 5 minutos para o final do jogo, o Corinthians empatou a partida novamentem levando a decisão para os pênaltis. Nos penais, um massacre, 3 a 0 pro Corinthians...
Agora, imagine um jogo desse para um corinthiano, no meio da torcida do SP! Era eu, depois de informação errada dos PMs. Só sei que no final, nem esquentei mais e comemorei assim mesmo, assim que consegui bater o recorde dos 100 metros rasos.
Ingresso do jogo Corinthians 3-2 Ponte Preta, válido pela final da Copa SP de Juniores, em 25 de janeiro de 1995.
Uma das grandes emoções dos meus jogos. Um ótimo jogo, e depois de tomar uma bola na trave no começo da morte súbita, o Corinthians, no contra-ataque foi campeão. O Canindé estava lotado, e teve até gravação de novela nesse dia, uma zona completa.
Ingresso do jogo Corinthians 5-0 Santo André, válido pelas quartas-de-final da Copa SP de Juniores, em 19 de janeiro de 1997.
Uma bela partida, de novo com o Canindé lotado, e um massacre corinthiano. Vale a lembrança que nesse jogo o Deco fez dois gols... é, o Deco do Barcelona jogou essa Copa pelo Corinthians. Depois sumiu do Brasil, mas jogou aqui, e isso que vale.
Ingresso do jogo Corinthians 1-1 Lousano Paulista, válido pela final da Copa SP de Juniores, em 26 de janeiro de 1997.
Esse foi um dos maiores sofrimentos que já passei num estádio. Demorei 6 horas, embolado num dos guichês do Canindé, tomando chuva e porrada de PM, para garantir meu ingresso. Na hora do jogo, estávamos lá eu, o Estevan e meu irmão (perdidaço aqui!). O estádio estava tão apinhado de gente, que só conseguimos lugar em pé, no dilúvio que aconteceu naquela tarde.
O jogo foi um sofrimento total: 0 a 0 no tempo normal, 1 a 1 na prorrogação, com direito a gol do meio de campo feito pelo time do Lousano. Nos penais, a maravilha ficou completa: Vários corinthianos perdendo suas cobrança (uma inclusive foi para fora do estádio), e Lousano campeão. Foi foda, acho que ali que desencanei de me matar de torcer à toa.
É isso, mais uma leva se foi, aguardem o próximo capítulo...
Fernando
:: 9:15 PM [+] ::
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:: Segunda-feira, Fevereiro 28, 2005 ::
The Estevan Chronicles - Volume II
Era um domingo, se nao me engano...
Paulistão de 91... aquele em que inventaram esse negócio de A2 pra salvar o São Paulo da Segundona, embora o sãopaulino Jurandyr entre em desespero quando citamos esse fato
Durante muito tempo esperamos por aquele dia, eu e meu primo Foca, que alguns conhecem simplesmente por Santiago
O Juventus, uma máquina que conseguiria ascender ao grupo A1, enfrentaria o São Bento, se não me engano com uma campanha lastimável
O Foca veio em casa almoçar, e ficamos aguardando a hora sagrada, 15 horas... quando São Pedro, como que por maldade, resolve chorar da forma mais devastadora, e por um momento nosso programa passa a ser assistir Raul Gil e seus convidados carregadores de banquetas...
Foca, como sempre, amarela e cogita a hipótese de adiar aquele sonho... "E se lá não tiver lugar coberto?"
Besteira... Arquibancada descoberta é pra estadiozinhos como o Cícero Pompeu de Toledo. O Rodolfão possui populares cobertas.
Criamos coragem e lá fomos nós... Que maravilha o desenrolar da peleja debaixo daquele aguaceiro..
Que sensacional aquele grupo escondido na parte inferior das populares, com seu surdos e taróis desafinados...
E aquela figura mágica, mitológica, antológica que mais tarde eu descobriria se chamar Manjuillo, Sérgio Manjuillo, "olha aqui o Édson Natali, gente, uma salva de palmas pra ele"; "Esse aqui é o Siller, vice-presidente, fala aí com ele"
Mas naquele dia, eu ainda não sabia de nada... Só sabia que aquele time de grená havia me conquistad para semrpe, que aquele estádio era o melhor que eu já havia visitado, e que aquele time ainda me daria muitas alegrias verdadeiras...
A vitória por 1 a 0 foi o menos importante, diante de tudo que estaria por se desenhar na relação que desenvolvi com aquele time...
Como é bom saber que a Rua Javari, destino sonhado por tantos amantes do esporte bretão, é ali, pertinho...
:: 12:30 PM [+] ::
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The Estevan Chronicles - volume I
Finalmente, um post meu! Afinal, agora que o clude está famoso, não me envergonho mais de ser, ou ter sido um Doente (afinal, se hoje estou mais distante dos estádios, vale lembrar que há coisa de dois anos o Fernando invejava minha lista, que tem como grande trunfo o South Melbourne, da Austrália)
Pra me apresentar, nada melhor do que falar da minha primeira vez... era uma mina bonitinha, da faculdade, eu fui a casa dela e...
Peraí, errei de primeira vez...
A história começa nos domingos de macarronada na casa de vovó, qdo tínhamos que esperar o vovõ chegar do jogo do Juventus, nas manhãs ensolaradas da Javari... Nunca tive a felicidade de ir a um estádio com meu saudoso vovô, mas numa daquelas manhãs recebi a alegre notiícia de que meu tio me levaria ao Pacaembú, pra assistir Corinthians x Juventus
Eu tinha apenas 9 anos e jamais imaginava que ali estariam nascendo minhas duas grandes paixões futebolísticas, não havia melhor maneira de começar.
Como sempre, a Juve deu trabalho, o Corinthians tinha Waldir Perez, Dida, Wladimir, Marcos Roberto (autor do primeiro gol), Eduardo Amorim (autor do segundo) e o Juventus com sua máquina de ilustres desconhecidos... O Jandir que se encarregue de trazer a escalação da máquina grená no Paulistão de 87, ano desse jogo..
Placar final, 2x1, o coração se confirmaria alvinegro, mas algo dizia que um grande espaço estava reservado pra conhecer as razões que levaram aqueles bravos torcedores de grená a pular e gritar na ânsia da sempre "impossível" vitória do Moleque diante de um grande...
Finalmente, esse espaço foi preenchido em 91, quando pela primeira vez pisei no templo sagrado do futebol, o Estádio Conde Rodolfo Crespi, mais conhecido como Javari, mas que também poderia ser Rodolfão, por que não?
Mas essa é outra história...
Estevan
:: 12:26 PM [+] ::
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:: Sábado, Fevereiro 26, 2005 ::
Memorabilia from Anisio Museum - parte I
Aê povo,
Hoje inauguro mais uma série aqui no HISTÓRIAS DO FUTEBOL, algo que já vinha pensando nos últimos tempos, e que consegui hoje: Postarei aqui alguns ingressos de jogos fantásticos que fui. Ainda espero a colaboração do Jandir e do Mílton, pois a história deles é mais longa, mas vamos ver se eles se senbilizam com o que postarei aqui:
Vamos começar com alguns ingressos ainda da série de papel da FPF, diretos do grande Anisio Museum:
Ingresso do jogo Corinthians 0-0 São Paulo, valendo pela Taça do Agasalho, em 11 de junho de 1994.
Esse jogo foi genial, uma combinação de pessoas que não tinham nada a ver uma com a outra: Eu, o Pelinha (preso em algum presídio por aí e São-paulino) e o Carioca (fanático pelo Flu). Almoçamos na casa do Pelinha e depois fomos ao jogo. O melhor é que, por informação errada da PM no dia, entramos no portão da torcida do SP, e eu fiquei no meio dos amiguinhos da Independente. Foi um sofrimento só, mas o Corinthians ganhou a tal Taça do Agasalho nos penais. (Em tempo, esse jogo valeu pela estréia do Souza no Timão e foi o último jogo do Rivaldo com a camisa do Corinthians).
Ingresso do jogo Corinthians 2-1 Coritiba, amistoso para a estréia do Edmundo, em 25 de janeiro de 1996.
Genial, na preliminar da partida tivemos a final da Copa SP daquele ano, com o América-MG campeão diante do Cruzeiro. O jogo de fundo foi engraçado, tivemos a despedida do grande Luizinho da equipe alvinegra, foi muito legal. Depois entrou a anta do edmundo e não fez mais nada, só tomamos (eu e o Estevan) uma chuva fantástica. (Vale o registro: No ingresso está o lema 'Eu assisti a estréia do Edmundo'. Todos no estádio gannharam também uma bandeirinha e um pôster com a foto dele e com autógrafo também, mais ridículo impossível.)
Ingresso do jogo Corinthians 3-0 Guarani, válido pelo Paulista de 1996, em 15 de fevereiro de 1996.
Esse jogo ficou marcado pelo gol de número 69 do Marcelinho. Como éramos inocentes na época, ainda torcíamos (eu, o Estevan, o Foca e o Rafael, ingênuos), e na hora que o Marcelinho fez o gol 69, logo na saída de jogo, a bola (num chute qualquer) veio parar na arquibancada, com um mini-belga. Como pessoas desesperadas, corremos até ele, e tiramos uma foto exclusiva com a bola do gol 69, que publico em melhor oportunidade. (Vale a lembrança pelo maior tombo que já vi alguém levar na vida: O rafel, num momento de insanidade gritando 'Túlio, Túlio' tomou um capote que até hoje tem a marca no chão perto do Canindé).
Ingresso do jogo Corinthians 2-0 Espoli (Equador), válido pela Libertadores de 1996, em 8 de maio de 1996.
Esse valeu pelo ineditismo e pelo trunfo, que até hoje eu e o Estevan temos na famosa 'lista'. O jogo em si foi uma bosta, mas hoje em dia nem ligo mais, pelo contrário, não será tão cedo que o povo terá outra chance de ver esse time. Um clássico da lista. (Prestem atenção na Taça Libertadores da Amércia que está no ingresso, tosqueira total)
É isso, por hora são esses quatro, depois publico outros especiais...
Abraços a todos
Fernando
:: 2:07 AM [+] ::
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Comments:
:: Sexta-feira, Fevereiro 25, 2005 ::
Aê povo,
Todos sabem que esse blog é 'irmão' do JOGOS PERDIDOS, então vale o registro:
Hoje saiu a Placar do mês de março, com uma matéria genial sobre o Clube dos Doentes, inclusive com espaço para a famosa história do jogo palestra e Monte Negro, do corcundinha (que ainda contarei melhor aqui).
Valeu a lembrança, e espero que todos possam ler, comprar ou até mesmo roubar a revista de alguém, só não podem ficar sem ler.
Falô
:: 2:23 PM [+] ::
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:: Segunda-feira, Fevereiro 21, 2005 ::
Contos do Futebol - capítulo 4
Ufa, depois de 2 meses sem um capítulo novo da histórica saga do Clube dos Doentes em busca de Jogos Perdidos, publico aqui hoje mais uma historinha para vocês.
No ano de 2001, não havia nenhum time paulista jogando a Série C do Brasileiro na cidade e nem na Grande São Paulo. Então tivemos que arcar com as famosas viagens do Clube, para times novos na lista. Duas dessas viagens mais especificamente ficaram na memória: Itu e Mogi-Mirim.
A primeira aconteceu em 21 de outubro. De manhã, eu e o Jurandyr estivemos na Comendador Souza, assistindo a partida entre Nacional 0-1 União Barbarense (que eu nem lembrava mais que tinha ido, e nem constava na minha listinha de jogos!). Lá também estava um rapaz chamado Sérgio, natural de Nova Friburgo e amante do futebol também.
Eu e o Jurandyr tínhamos o esquema de ir para Itu de busão, gastando os tubos, só para matar a equipe da Friburguense. Como o Jandir é xavequeiro mesmo, ele começou a atiçar o grande Sérgio, com palavras tipo: 'Vamos ver o time da sua cidade', 'Vamos encontrar seus amigos de Friburgo', um xaveco furadaço! Mas o melhor de tudo é que funcionou, e o Sérgio resolveu ir lá, e além da carona for free, não precisamos nem bancar o pedágio.
Cedinho chegamos em pleno Novelli Junior, o Majestoso da Vila Nova, para assistir a contenda entre Ituano e Friburguense. Regados a muita pipoca, salgadinho e raspadinhas de groselha azul, acompanhamos a partida debaixo de um calor insuportável, suando em bica. Final de jogo, 1 a 1.
Foto: Fernando Martinez
Mas o melhor ainda estava por vir, depois do jogo, ainda ficamos no vestiário do Friburguense, conversando com os jogadores (entre eles o goleiro Adriano, que já tinha jogado pelo Flamengo) e a comissão técnica, comandada pelo Mimi, grande amigo do Sérgio e gente finíssima! Eles fizeram questão que os acompanhassem até o hotel aonde o time estava hospedado, e nos presenteou com camisas exclusivas da equipe da Friburguense. Genial, é umas das preferidas da coleção.
Perfeito, de graça, matando time e estádio, melhor impossível.
A segunda aventura foi logo depois, em 11 de novembro. Na falta de grana e de alguém para o Jurandyr xavecar, essa foi de busão mesmo, na base da excursão. Tudo para assistir o jogo entre Mogi-Mirim e Tubarão de Santa Catarina.
Também o dia começou no Nacional, num Nacional 2-0 São Bento. Depois do jogo corremos desesperados até o Terminal do Tietê para pegar o busão que iria para Mogi. Eu, o Jurandyr, o Mílton, o Estevan e o David estavam nessa, e foi fantástico. Busão lotado e nós, os únicos acordados no ônibus, falando alto e contando as fantásticas aventuras do Clube, o Jurandyr falando sobre o 'quadrangular do ão', e o David e o Mílton mostrando seus conhecimentos sobre o Naça.
Depois de algumas paradas, e quando estávamos para chegar em Mogi, eu olho para o céu e, conhecendo bem o clima do interior previ que iria chover, nessa, o Jurandyr solta uma de suas pérolas mais famosas, praticamente um Nostradamus: 'Na cidade em que eu vou, não chove!!!'.
Não preciso nem dizer o que aconteceu quando descemos do busão na rodoviária de Mogi né? O maior dilúvio que já vi na minha vida, um aguaceiro só, que inundou a rodoviária, e nos deixou ilhados. Sem sabermos o que fazer, e já chegando a hora do jogo, apareceu na nossa frente o que eu acredito que tenha sido um milagre... de verdade.
Um tiozinho desce de um Uno, do nada, e com a rodoviária CHEIA de gente, para do nosso lado e pergunta: 'Vocês vão no jogo?'. Bom, não sei como ele adivinhou isso, mas ele sabia de algo. na hora soltamos que iríamos sim na partida, mas que estávamos esperando a chuva passar, então ele solta: 'Então entrem no carro, eu dou uma carona para vocês!'. Bom, ficamos assustados, mas como era mais do que providencial a caroninha, aceitamos sem pestanejar muito.
Mais do que apertados, e passando direto em todas as lombadas, atravessamos verdadeiros rios, para chegar no estádio. Depois de algum sofrimento chegamos lá, e aí descobrimos que o tiozinho NÃO IA NO JOGO! E ele só apareceu mesmo na rodoviária para nos dar uma carona (!?!?!). Até hoje acredito que tenha sido alguma força extra que fez aquele cidadão aparecer por lá, ainda mais que ele nem ia no jogo...
Bom, o jogo em si foi genial, 4 a 0 para o Mogi. Valendo até uma conversa minha e do Estevan com o ex-goleiro e gentleman Carlos. A foto abaixo é uma das preferidas da minha coleção e mostra um dos gols do Mogi, marcado de pênalti:
Foto: Fernando Martinez
A volta foi um capítulo à parte. Voltamos a pé para a Rodoviária, e no ônibus, já meio de noite, todos também queriam dormir, menos nós, e depois de tanta asneira que foi dita, risadas alto, e alguma confusão, quase todo o ônibus desceu na parada de Campinas (inclusive um grupinho de umas 10 pessoas que viria para SP, mas resolveram esperar o próximo), e voltamos quase sozinhos para SP.
É isso, essas histórias estão entre as preferidas da casa, primeiro pelo ineditismo das partidas, segundo por tudo o que rolou em volta. Fantástico!
Um abraço, e logo mais tem mais.
Fernando
:: 8:17 PM [+] ::
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:: Terça-feira, Fevereiro 08, 2005 ::
Opa,
Histórias pelo Brasil - vol.1
Agora, finalmente, consegui um scanner para digitalizar algumas imagens inéditas de histórias e contos do futebol propícios aqui para o HISTÓRIAS.
Em 2003, fiz uma turnê ao Rio Grande do Sul. Lá, me deparei com partidas fantásticas para se assistir. Só foram duas, devido a problemas de estratégia e agenda, mas duas belas partidas, registros dignos de relato aqui no blog.
O primeiro jogo foi uma epopéia: Precisamente em 19 de abril de 2003, parti de Porto Alegre num ônibus cata-louco, rumo a cidade de Santa Cruz do Sul, para assistir dois times fantásticos, num campo mais fantástico ainda. Avenida e Guarany Bagé no estádio dos Eucaliptos!!
O jogo em si foi o que menos importou (em tempo, foi 0 a 0), mas o lugar é incrível. A sensação de estar num lugar tão longe só para ver um jogo de futebol da Terceira Divisão do Campeonato Gaúcho é a melhor possível. Passei um puta frio, mas valeu, valeu mesmo a pena. Segue anexo a foto da entrada do estádio, e depois uma do jogo:
Foto: Fernando Martinez
Foto: Fernando Martinez
No dia seguinte, 20 de abril, a tarefa foi mais fácil, bom... seria. Ninguém em Porto Alegre sabia aonde ficava o campo do São José de lá, o que é um absurdo, nem taxista imaginava aonde era! Depois de muita luta e alguns quilômetros a pé, fui assistir São José-PA 3-0 Veranópolis.
Fantástico, muito bom. O Passo D'Areia é um dos lugares mais legais que já fui, e o São José é um dos times preferidos da casa. Segue a foto de um detalhe da arquibancada:
Foto: Fernando Martinez
Beleza então? Depois eu posto a tour que fiz pelo sul ano passado...
Abraços
Fernando
:: 3:28 AM [+] ::
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:: Quinta-feira, Fevereiro 03, 2005 ::
Fala povo,
Depois de muito tempo sumido daqui do HISTÓRIAS, apareço para postar duas imagens históricas, as duas homenageando um certo clube da Barra Funda:
Todos sabem do tesouro que foi encontrado nas profundezas do Jabaquara Atlético Clube. Várias edições antigas da Manchete Esportiva, Gazeta Esportiva Ilustrada, Placar dos anos 70,etc, etc, etc... Um tempo que ainda existia uma imprensa esportiva decente nesse país.
Aos poucos estamos verificando o que há nessas revistas, e nas poucas que vi, achamos imagens históricas:
Fonte: Gazeta Esportiva Ilustrada
Essa é a entrada pela Rua Comendador Souza do glorioso NACIONAL ATLÉTICO CLUBE, aqui da capital. As letras de pedra ainda estão lá, mas a parte esquerda da foto já não existe mais desde os anos 70, e a esquerda acho que o mesmo tempo.
A foto é datada de 1957, quando o Nacional era chamado de um dos 'melhores campos para a prática do futebol na cidade de São Paulo, quiçá do Brasil'. ´Pena que ninguém conheça direito a história do Naça, e nem saiba que o time seja da capital. Ah, aproveitando a deixa, aí vai uma foto atual em que eu e o Mílton estamos:
Agora tem a segunda fotinho das antigas:
Fonte: Gazeta Esportiva Ilustrada
Essa é uma foto da parte da arquibancada coberta do Naça. Não dá para ver muito bem, mas no canto direito inferior da foto, está a passagem pela qual os times entravam no gramado, diferente de hoje em dia, em que eles entram pela linha de fundo. A parte coberta em si não teve muita mudança, só com a construção das 'tribunas' do lado direito. (E ainda notem a cerca que circunda a arquibancada, genial!)
Dá para ver a entrada direitinho no filme 'Pelé Eterno', num Nacional e Santos em 58 (ou 59). Inclusive passa o letreiro de pedra que ainda está lá.
É isso, isso é só o começo, ainda teremos muitas coisas boas para mostrar por aqui
Abraços a todos
Fernando
:: 7:04 PM [+] ::
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:: Terça-feira, Janeiro 25, 2005 ::
Opa...
Conforme o prometido, posto aqui hoje o escudinho e a foto do Clube São João, da cidade de Jundiaí:
Fonte: Almanaque do Futebol Paulista 2001
A equipe participou dos primeiros campeonatos de acesso, organizados pela FPF. Eles disputaram em 48-49-50 como Esporte Clube São João, mas logo depois pararam com o futebol profissional no clube. Hoje em dia, também não possuem nenhuma intenção de voltar ao profissionalismo, só ficando mesmo com a parte social:
O terreno deles é fantástico, muito grande, e instalações muito interessantes.
É isso, rapidinho, rapidinho, mas valeu pela informação
Abraços
Fernando
:: 10:59 PM [+] ::
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:: Sexta-feira, Janeiro 14, 2005 ::
Fala povo,
Só passei aqui para dizer que na última quarta-feira, durante a rodada dupla do Clube ( saiba o que fomos ver acessando o JOGOS PERDIDOS ), visitamos as nababescas instalações do Clube São João em Jundiaí.
O que isso interessa? Bom, esse é o nome atual do Clube, antigamente era conhecido como Esporte Clube São João, e chegou a disputar a Divisão de acesso do Campeonato Paulista no triênio 48-49-50.
Clube verde e branco abandonou a prática do futebol para se dedicar à parte social. Com informações fresquinhas que eles não tem a MENOR vontade de voltar ao futebol... fazer o quê...
Falta a foto que tiramos da portaria, publicarei no próximo post...
É isso, o Clube sempre a postos...
Abraços
Fernando
:: 8:31 PM [+] ::
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:: Terça-feira, Janeiro 11, 2005 ::
Opa,
Apesar das férias meio que forçadas, estamos preparando materiais fantásticos para o blog... mas é algo que leva tempo, portanto fiquem ligados aqui, coisas boas irão aparecer
Abraços
Fernando
:: 12:51 PM [+] ::
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:: Sexta-feira, Dezembro 31, 2004 ::
Aê povo...
Só passando aqui para desejar um 2005 fantástico para todos, com muita história legal, contos maravilhosos e galera gente-fina.
Que todos tenham um puta ano, de verdade!
1 abraço a todos, e até o ano que vem!!!
fernando
:: 2:38 AM [+] ::
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:: Quinta-feira, Dezembro 23, 2004 ::
Contos do Futebol - capítulo 3
Fala, povo ...
Fazia tempo, mas hoje vai mais uma historinha para vocês. A epopéia que foi para assistirmos Bragantino 2, Estrela do Norte/ES 0, pelo Brasileiro da Série C de 2003, muito problema junto, mas hoje damos risada disso.
Três pessoas participaram da brincadeira: Eu, o Mílton e o Estevan. Foi uma quarta-feira com frio, dia 15 de outubro de 2003. Partimos de São Paulo, no possante do Mílton, animados na possibilidade de assistir mais um time novo, um sonho para todos nós...hehe.
O primeiro problema foram as condições da estrada. Quem anda na gloriosa Rodovia Fernão Dias sabe do que estou falando. Inúmeros buracos foram caçados pelo Mílton, que por essa grande brincadeira, ganhou uma suspensão destruída. Algumas crateras mais tarde, na hora em que a pista fica menos pior, começamos uma animada conversa sobre listas, jogos, times novos, etc, etc, etc, aquela baboseira de sempre.
Resultado: A conversa estava tão boa que fomos parar em Minas Gerais (!!!!!). É, é bem possível sim, e o melhor é que já era 8 horas da noite, e o jogo estava marcado para as 8 e meia.
A partir daí foi um misto de desespero e angústia. Voltamos até o KM 22 da Fernão Dias. De tão bem sinalizada, o Mílton teve que parar no meio da estrada (no meio MESMO, bem na alça de acesso a Bragança Paulista), para eu e o Estevan buscarmos a placa da entrada de Bragança no meio do mato!
Até aí o Mílton estava na boa, só que ele fez a besteira de chamar um figura no meio do nada, na periferia de Bragança Paulista para saber informações para chegar no Marcelo Stéfani. Imaginem só o figura: descalço, calça social bege enrolada na altura do joelho, camisa social mais amassada que nota em bolso de bebum, sapato na mão e um aroma de cachaça que sentimos do outro lado da rua. O diálogo que se seguiu foi um dos melhores momentos do clube:
Mílton: "Ô cidadão, aonde que fica o estádio do Bragantino?"
Bebum: (Naquela voz de locutor de rádio) "Hmmm, o Esthádjio du Bragantchinu?"
A partir daquele momento, virou a chavinha do Mílton, puto e extremamente revoltado partimos cantando pneu pela periferia de Bragança para buscar o nosso ponto final. Ainda fizemos a besteira de perguntar para mais três pessoas aonde que ficava o estádio. Uma pior que a outra, respostas confusas, sem nexo e absurdas, tivemos que descobrir por nós mesmos o caminho até tal peleja.
Resumindo então, depois de muito stress, ainda chegamos no estádio umas 8 e 45, e para melhorar as coisas, o bilheteiro ainda queria ficar com o canhoto do ingresso (!). Fomos brigar por nossos direitos e acabamos numa salinha no estádio, tendo que xavecar o fiscal da FPF para conseguirmos o que (por direito) era nosso.
Mas valeu, o jogo foi 2 a 0. Lá encontramos o saudoso Victor, e pudemos passar a noite (muuuito fria por sinal) ainda de uma forma bem feliz...
Ah, e olha a cara de ânimo do povo:
Por hora é isso, 1 abraço a todos
Fernando
:: 6:07 PM [+] ::
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:: Terça-feira, Dezembro 21, 2004 ::
Buenas!
Estive neste último sábado no lançamento do livro "Uma Epopéia", termo que é muito usado pela turma aqui do Blog para definir algumas de nossas aventuras, e que caiu muito bem para esse livro.
Já estou na metade da leitura e é simplesmente fantástico. Bom, o livro "Uma Epopéia" foi lançado por Luiz Alonso, ex-presidente do Jabaquara Atlético Clube. Alonso foi o presidente que trouxe o Leão de volta para o futebol na década de 70. Precisa dizer mais alguma coisa...
"Uma Epopéia" narra justamente essa época em que Luiz Alonso comandou o Jabuca. O livro é todo feito em cima de recortes de jornais, que são repruduzidos integralmente no livro, intercalados por comentários e histórias vividas por Alonso.
O livro então funciona como um grande "clipping" do Jabaquara, entre os anos de 1973 até 1978. Genial para quem gosta de ler notícias antigas!
O livro esta proporcionando para mim uma grande volta ao passado. Estou podendo viver uma época em que eu estava vivo, mas não vivi. Isso porque eu era apenas uma criança e não entendia nada do que se passava com o grande Jabaquara naquela época.
O livro pode ser encontrado na livraria Nobel, mas para quem tiver dificuldades, manda-me um e-mail que eu dou um jeito de conseguir algumas cópias para venda.
Aí vai uma foto do evento que rolou (olhem só a bandeira do Hespanha!!!)
Aproveitando a dica de leitura, quero falar sobre mais um livro do Jabuca que foi lançado em 2002. É o "Jabuca dos Nossos Corações". A turma toda aqui do Blog já leu e adorou. O livro traz um pouco da hitória e relatos muito interessantes sobre o Leão da Caneleira. A autoria é do jornalista Sergio dos Santos Silveira, também ex-presidente do clube. Para mim, Sergio Silveira é uma das pessoas mais importantes da história do Jabaquara Atlético Clube.
É isso, acredito que sejam duas ótimas dicas de leitura
Abraços a todos
Émerson
:: 2:33 PM [+] ::
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:: Sábado, Dezembro 18, 2004 ::
Opa,
Aproveitando a ida minha e do Émerson a FPF essa semana (para que que nós fomos lá? Acesse o Jogos Perdidos para saber), buscamos informações interessantíssimas para o Clube.
Há alguns anos atrás, tive contato com o Sr. Rubens Ribeiro, autor do livro '50 anos do Futebol Paulista', e o mesmo me disse que não tínhamos acesso ao arquivo da FPF, e que não tinha nem expectativa de abrir tais documentos ao público.
A boa notícia é que esse arquivo está disponível sim, e eles tem vários livros e tudo dos anos 10, 20 e 30 documentados...
Era o que queríamos, em pouco tempo estaremos lá, buscando todo tipo de informações para postar aqui no Histórias do Futebol, a nossa missão é essa...
1 abraço
fernando
:: 4:45 PM [+] ::
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:: Terça-feira, Dezembro 14, 2004 ::
Fala povo,
Ainda recuperando o grande Álbum Futebolístico de São Paulo, complemento informações já existentes aqui no blog.
Já falamos no time do Fábricas Orion. Agora publico aqui alguns resultados do time, que disputou a segunda divisão da APEA em 32-33 e 34. Ainda não temos todos os resultados, mas desde já agradeço ao irmão de um dos membros do Clube, o Dênis Haddad. Sem ele, não teríamos essas informações (e ainda usaremos bastante os arquivos dele).
Ele encontrou alguns resultados de 1933 e 1934:
20.08.1933 - São Caetano 5-2 Orion (prel 2-2);
27.08.1933 - Orion 3-2 Cama Patente;
24.09.1933 - Orion 5-1 Humberto I (prel Orion 3-0);
08.10.1933 - Lusitano 4-0 Orion (prel 0-0, campo do Lusitano).
19.08.1934 - Orion 0-2 São Caetano (partida preliminar de Cama Patente 4-1 Estrela da Saúde, campo do Orion);
02.09.1934 - Orion 0-0 Estrela da Saúde;
Orion: Juvenal, Ferreira e Pelado; Moreno, Faxica e Horácio; Agostinho, Dito, Albino, Mura e Ulysses.
Estrela da Saúde: Rubens, Romeu e Chicão; Mantovani, Vadico e Chiquinho;Careca, Cariola, Adolpho, Du e André.
09.09.1934 - Orion 0-0 Ítalo;
11.11.1934 - Orion 2-2 Parque da Moóca;
15.11.1934 - Orion 1-1 Cama Patente;
18.11.1934 - São Caetano 2-0 Orion;
Vale lembrar que:
1. O São Caetano nada tem a ver com o que joga o Brasileiro, é o São Caetano Esporte Clube, que ainda existe nos esportes amadores;
2. O Humberto I é o atual Vila Mariana EC, que tem sede ainda da Domingos de Morais;
3. O Estrela da Saúde ainda joga, e tem seu campo na Zona Sul de SP (veja alguns posts mais antigos, publiquei foto do time atual);
Fantástico, aos poucos iremos divulgando essas informações aqui. E no período das minhas férias no ano que vem, terei um tempo dedicado exclusivamente a vasculhar arquivos de jornais, afinal, nossa função é essa, resgatar a história perdida do nosso futebol. Ah, e vai também mais uma fotinho das Fábricas Orion, no seu estado atual:
O símbolo que está no meio era o logitipo da Fábrica, bem parecido com o escudinho da equipe. Depois eu publico o escudo aqui.
Bom, logo mais tem mais,
Falô
Fernando
:: 6:08 PM [+] ::
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:: Domingo, Dezembro 05, 2004 ::
Contos do Futebol - capítulo 2
Fala, povo!
Hoje o Clube ficou mais feliz: depois de muita torcida o Brasiliense subiu para a divisão de Elite do futebol brasileiro. Fantástico, veremos o Grêmio (e espero que mais alguns grandes) enfrentando Anapolina e CRB, e o grande Brasiliense enfrentando os grandes do futebol nacional. É, o mundo tá acabando...
Bom, agora falando de coisas mais antigas (que é o material essencial desse blog), alguém aí se lembra quando foi a primeira vez que a equipe do Brasiliense jogou uma partida oficial aqui em São Paulo capital??
Se você disse Corinthians e Brasiliense, pela final da Copa do Brasil de 2002, você errou feio, mas muito feio. Eles jogaram pela primeira vez aqui na capital, no ano anterior, mas precisamente no dia 11 de agosto de 2001.
Foi um daqueles jogos que ninguém soube, e seria um jogo sem registros fotográficos, os famigerados Jogos Fantasmas. Mas, por sorte, nós estávamos mais do que ligados nesse dia, a história foi a seguinte:
Na época rolava solta a Série B-3 do Campeonato Paulista, e nesse período de julho-agosto (e até hoje eu não sei o porque que isso acontecia), a equipe do Corinthians B mandou seus jogos não no Parque São Jorge, e sim em vários estádios espalhados por aí, como na cidade de Indaiatuba, Mogi das Cruzes, e alguns jogos na Rua Javari.
Acontece que, na escala de sexta da FPF, tinha saído que o jogo entre Corinthians B e Pirassununguense seria na Javari mesmo, sábado, 15 horas. Como todos os outros já tinham visto a Pirassununguense, sobrou para que eu e o Estevan acompanhássemos tal peleja in loco. Como já rolava a palhaçada de mudar local e horário de jogo no dia, resolvemos ligar na Javari para confirmar a partida.
Ao ligarmos, perguntamos se haveria algum jogo lá, a moça (com uma boa vontade inglesa) disse que haveria jogo sim, mas entre Juventus e Brasiliense, como amistoso estadual. O choque foi inevitável, eu liguei umas 15 vezes e o Estevan umas 30 para confirmarmos aquele 'absurdo', que não tinha ganho nenhuma mísera notinha em qualquer jornal daqui.
Desesperados e extremanente alterados chegamos na Javari já tremendo, ao saber daquele jogo tão perdido assim. Lá encontramos o grande David, que nem tinha idéia do que iria assistir naquele momento, ele ainda achava que era jogo do Corinthians B.
Bom, resumindo, foi um belo jogo, quem jogou mesmo foi a equipe principal do Brasiliense naquele momento, e ainda por cima, o Juventus ganhou de 2 a 1, o Juventus abriu o placar, o Brasiliense empatou ainda no primeiro tempo, e o Juventus marcou o gol da vitória num gol de cabeça no segundo tempo, veja o lance do gol abaixo:
E foi um trunfo rápido que tivemos, porque, logo depois, o Mílton e o Victor alopraram e foram para Americana ver esse time, e o grande Jandir viu essa equipe em Aracaju (sem comentários).
Aproveito, e divulgo aqui essas imagens históricas, pois (repito) o único registro fotográfico da partida é esse aqui:
CA Juventus - São Paulo/SP - 11/08/2001
Brasiliense FC - Taguatinga/DF - 11/08/2001
É isso, genial acompanhar um time que começa bem lá embaixo, e degrau por degrau, consegue seu lugar na elite. Parabéns Brasiliense, valeu
Por hoje é só amiguinhos... depois tem mais...
Abraços
Fernando
:: 2:19 AM [+] ::
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Comments:
:: Quinta-feira, Dezembro 02, 2004 ::
Aproveitando...
Agradeço a força que o Fernando Galuppo vem dando para nós, sempre aparecendo aqui no Histórias e também no Jogos Perdidos...
Historiador, o nome dele tá lá no Almanaque do Palmeiras, recém-lançado... todos sabem do que sinto por aquele time de verde (hehe), mas a obra é obrigatória, eu mesmo, corinthiano roxo, já adquiri meu exemplar... afinal, história é história e vale muuuito a pena...
É isso, semana que vem tem mais Contos do Futebol para o deleite de todos...
Abraços
Fernando
:: 11:38 PM [+] ::
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Comments:
:: Quarta-feira, Dezembro 01, 2004 ::
Fala...
Se preparem, pois até livro sobre limpeza de livros antigos nos já conseguimos...
O 'Álbum Futebolístico' é uma mina a ser explorada... fiquem ligados que coisa boa vem por aí... referência será pouco
Abraços (e continuem a nos prestigiar no Jogos Perdidos também, avisem seus amigos...)
Fernando
:: 3:46 PM [+] ::
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Comments:
:: Terça-feira, Novembro 30, 2004 ::
Contos do Futebol - capítulo 1
Opa...
Hoje vou postar aqui fotos de um dos Especiais do Ano de 2003... a partida em que fomos (eu, o Jurandyr e o Mílton) assistir numa quarta-feira à tarde, em Resende (estado do Rio de Janeiro), o Campeonato Carioca da Terceira Divisão de profissionais, mais precisamente a partida entre Resende e Rubro Social.
É...foi doideira mesmo, saímos na quarta-feira de manhã rumo ao Rio de Janeiro, em pleno dia útil de trabalho na capital paulista. Lembro que foi uma viagem tranquila, mas com muito calor.
Bom, o jogo estava marcado para as 3 da tarde, chegamos com folga, às duas e meia. Depois de algumas informações coletadas, verificamos que tudo estava lá, ambulância, policiamento, juiz, alguma torcidinha, a equipe do Resende, só faltava algo fundamental: a equipe do Rubro.
Já começamos a nos desesperar, afinal de contas, encarar 30 graus Celsius, 300 km, 4 pedágios na ida (mais 4 na volta), 80 paus gastos para não ter jogo é motivo para suicídio. E o tempo passava, 3 horas, 3 e dez, 3 e vinte, 3 e meia e nada do Rubro chegar. Tristes, sem jogo e quase indo embora, ouvimos um barulho num dos portões dos fundos do Estádio do Trabalhador, quem era? Os jogadores do Rubro Social mais desesperados do que nós, chegando numa lotação, correndo para que não perdessem a peleja por WO.
A lotação realmente estava lotada, vieram os 11 titulares, mais 3 reservas e o técnico. Mais improvisado, impossível. Mas o que vale é que teve o jogo sim, por graça dos céus, hehe
Aqui vai a foto oficial dos times no jogo:
Resende FC - Resende/RJ
Rubro-Social EC - Araruama/RJ
Foi genial !!! Em tempo, o jogo foi 1 a 1, com o Rubro fazendo 1 a 0 aos 5 do primeiro tempo, e o Resende empatando aos 10, e tomamos uma bela chuva (bem refrescante) em todo o segundo tempo. E o técnico do Resende era o Merica, grande jogador do Vasco (entre outros) nos anos 70.
Ah, a doideira só não foi completa, porque por causa do atraso no início do jogo, não conseguimos chegar a tempo em Bragança Paulista, para assistir Bragantino e Rio Branco de Andradas, valendo pela Série C de 2003.Já imaginaram? Seria o máximo...
Bom, por hoje é só, espero que tenham gostado
Abraços
Fernando
:: 12:13 AM [+] ::
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Comments:
:: Sábado, Novembro 27, 2004 ::
Fala...
É... hoje, entre a sessão matinal e a sessão vespertina dos joguinhos do final de semana, eu e o Mílton tivemos acesso ao tesouro enconrado pelo Émerson, nas profundezas dos porões do Jabaquara Atlético Clube...
Realmente, o material é muito interessante, mas vale mesmo pelo tal do Álbum Futebolístico...
Eu achei que estaria até pior, mas não está bem não, as pontas das páginas estão quebrando... isso mesmo, quebrando. Queria que alguém me explicasse como uma página pode quebrar... nunca tinha visto isso.
Mas o material é de primeiríssima linha, a história escrita dos times é ímpar, feita com um profissionalismo nota 10, textos bem elaborados e fotos fantásticas. Temos um material completíssimo, com inúmeras fotos, textos e estatísticas... publicaremos aqui em breve...
Bom, e depois do jogo da tarde (confira a história de qual foi, lá no blog Jogos Perdidos) ainda fomos conferir as antigas instalações das Fábricas Orion...
Porquê fomos lá? Bom... lá dentro da fárica jogava o Clube Esportivo Fábricas Orion. Ele chegou a disputar a 2ª divisão da antiga APEA nos anos de 32-33-34. Hoje em dia, está tudo abandonado, só com alguns seguranças tomando conta do lugar... mais histórico impossível...
Aí vai exclusivo para vocês, uma fotinho da parte alta da Fábrica:
É isso, um dia proveitoso por sinal...
Abraços
:: 6:56 PM [+] ::
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Comments:
:: Sexta-feira, Novembro 26, 2004 ::
Bomba...
Ontem o Émerson encontrou (Como ele encontrou? Vai lá no blog Jogos Perdidos...) um material fantástico para abastecer aqui o Histórias do Futebol...
Trata-se de várias edições da Revista da Gazeta Esportiva dos anos 40 e 50, Manchete Esportiva dos anos 50, flâmulas, pôsteres especiais de equipes, revistas Placar dos anos 70... mas a melhor de todas chama-se 'Álbum Futebolístico do Futebol Paulista'... que foi editado em 1957
A Bíblia tem mais de 1300 páginas, falando histórias de clubes, campeonatos... olha, o Émerson já garantiu que é fantástico... afinal, aonde que a gente vai encontrar a história e fotos do time posado, por exemplo, do Rigesa de Valinhos, do Rafard, da Usina Ester, do Flamengo de Americana... entre outros???
Aos poucos vamos divulgando tudo isso por aqui, a pena é que o material está um tanto quanto deteriorado, mas iremos dar um jeito nisso... stay tune
1 abraço
Fernando
:: 1:37 PM [+] ::
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